quinta-feira, 26 de agosto de 2010


Há uns 8 anos, colecionar discos de vinil é um de meus vícios. Tudo começou quando herdei do meu pai os discos que ele não teve coragem de mandar para fora de casa, por conta da chegada do CD. Pois é, a morte declarada do bolachão, àquela época, fez ir embora daqui de casa uma porrada de gente boa. Foram embora com promessa de voltar, é verdade, mas desta vez remasterizados. O fato é que meu pai não conseguiu se desvencilhar de alguns clássicos que eu amei descobrir empilhados (e empoeirados) num canto do quarto dos fundos! É o caso do primeiro LP do Black Sabbath, de 1970; o Elis e Tom e o Vinícius e Toquinho, ambos de 1974; Uriah Heep Live, de 1973; e uns tantos Chicos e Caetanos. E Maria Creuza e Gil e Roberto e Bethânia e Lennon e Raul e Santana, dentre tantos. Cresci ouvindo essa gente e (re)descobri-los, dia após dia, tá sendo incrível! Grata surpresa nostálgica. Os cedês também chegam à minha estante, mas são bem poucos e cada vez mais raros. Fisicamente, acho o suporte bem tímido em relação ao discão. Mas não o descarto, o bom é agregar as mídias, ir do mp3 ao vinil, sem problemas, sem crises. Até porque ouvir um vinilzão andando pelas ruas ainda não é possível. Nessa hora, só o mp3 salva! Outra coisa, eu quero é quem me diga algo bom de ouvir. Quanto ao formato, um para cada momento. E música para todos eles.

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